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sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Há dois anos, viajámos os 4 (a Luísa na barriga)

Ainda era segredo. Mal se notava. Mas fiz questão de, em Londres, usar o crachat que me dava prioridade nos transportes. :) Queria dizer ao mundo que estava grávida, mas "era cedo". Voltámos, faz agora precisamente dois anos, a Londres, uma das nossas cidades preferidas (das primeiras que visitámos os dois), tinha a Isabel ano e meio. Foi maravilhoso! Carrinho, ergobaby, descomplicar na hora das refeições e lá andámos nós por entre museus - quase todos gratuitos - e parques, bem agasalhados, e uma ou outra loja ou restaurante. Ruas e mais ruas: é o que gosto mais de percorrer, de preferência a pé. Em breve conto-vos como foi a viagem a Barcelona com as duas. Por agora, Londres.

Podem ler aqui e aqui tudo o que fizemos por lá.

Viajar é das melhores coisas onde podemos investir. Se podem fazê-lo, vão. Não fiquem a achar que vai ser cansativo, ou que a criança é pequena e não vai aproveitar ou perceber nada. Vai, vai ver o mundo, outro mundo e vai, acima de tudo, sentir que os pais estão felizes. Se acham que não podem fazê-lo, mas gastam dinheiro em muita tralha e tralhinha, em roupa que se calhar nem é bem precisa e é só mais para a vaidosice, em 5 pares de sapatos para eles quando têm o pé a crescer a um ritmo vertiginoso... repensem se não poderiam vender coisas usadas e amealhar uns trocos, pegar numa viagem lowcost e ficar em casa de algum amigo (como fizemos aqui) ou nalgum sítio mais "em conta". Se têm já tudo contado e já mal chega, não se martirizem, não fiquem tristes, mas por favor, não deixem de sonhar: um dia hão-de conseguir fazê-lo em família. Sei que sou uma privilegiada por já ter conseguido ir a tantos sítios, tenho noção disso. Agora, com duas, é-me mais difícil fazê-lo, mas não perco a esperança de ir conseguindo fazer, ano sim, ano não, ou qualquer coisa do género. É das coisas que me faz mais feliz. Venho revigorada (mesmo que aconteça como em Londres quando, a caminho de um aeroporto e já um bocadinho atrasados, me passou um arrepio pelas costas e me lembro de perguntar ao David: olha "ontem viste as horas, mas confirmaste também se é este aeroporto, certo?". "Sim, viemos neste." "Pois, mas a volta não é necessariamente no mesmo sítio que a ida quando compras os bilhetes". E confirmou-se, era noutro, a uma hora do sítio onde estávamos e era preciso ainda comprar bilhetes de comboio e não sei quê. Temos com cada aventura nos sítios para onde vamos... (graças a estas cabeças desmioladas, não sei qual é pior que o outro). )






Foi mesmo bom, caraças.
Entretanto já muito aconteceu, a Mila, a nossa amiga (já agora podem segui-la no Tidy Kingdom ou aqui no instagram: @milliadasilva) já casou, a Luísa já nasceu, ela já cá veio visitar-nos duas vezes...
É verdade, quando fomos a Londres, estava ela a fazer um de milhares de origamis que foram usados no casamento!


 Tão bom ter amizades destas e irmos acompanhando TUDO uma da outra, mesmo que bem longe.



 
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quinta-feira, 19 de outubro de 2017

35º dia de creche - está doente!

Eu já andava a achar estranho, quase dois meses depois, nem uma virosesita, uma constipação que se visse, uns piolhitos, nada?! Cá está ela. 

A Luísa começou a vomitar e vomitou 5 vezes esta noite. Coitadinha. Dela e de nós. Troca roupa, troca cama, lava cabelo e cara, volta a adormecer. Dormir muito ao de leve, sempre preocupada. Com vómito, com febre (vem, não vem?), com tudo.

Ia com ela ao Centro de Saúde hoje, por estar mais assadita que o normal (já experimentei uma boa dose de cremes diferentes e não estão a funcionar... e até já pus maizena, como aconselharam, mas cheira-me que já precisa de um anti-fungíco e era isso que ia lá confirmar), só que agora acho imprudente estar a tirá-la de casa: tem o sistema imunológico em baixo e ainda apanha para lá qualquer coisa pior. Vou aguardar, talvez ligar para a Saúde 24, caso não tolere líquidos e ache que possa estar a desidratar ou caso tenha febre...

É sempre uma enorme confusão, não é? Por mais que já tenha passado por estas doenças normais com a Isabel, é como se fosse a primeira vez. 

Por enquanto está tudo controlado, não a acho molinha e estou com esperança que seja algo levezinho. Por todas as razões: por ela, claro, mas também por todos nós. Tenho (ou tinha) amanhã um trabalho que não queria desmarcar. Ia, supostamente, de fim-de-semana. O primeiro sem a Luísa.
Será que a espertinha adivinhou? :) 

Por aí, como andam esses infectários?


Ontem, antes de ir para a escola <3

Sapatos - Triboo
Casaco - Zippy
Calças - Zara


 
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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Urgente! O que fazer em caso de incêndio? (ajudem-me a ajudar!)

Isto está incontrolável e descontrolado. Estamos todos loucos e de coração nas mãos. Há um recém-nascido desaparecido, pessoas desaparecidas, uma mulher grávida que morreu, homens e mulheres, por Deus! Deixem-me tentar pôr a emoção de lado, tentar acalmar o coração, deixar de morder a língua e acalmar a raiva dos discursos e aparente calma dos nossos governantes, ser prática e usar o blogue para tentar ajudar!

Foto de Hélio Madeira, bombeiro da unidade especial dos Canarinhos, em Vieira de Leiria

"S.F.F. DIVULGUEM os PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA (URGENTE):

Se o incêndio estiver perto da sua casa...
Avise os seus vizinhos.
Corte o gás e desligue a corrente eléctrica.
Molhe as paredes e os arbustos que rodeiam a sua casa de forma abundante.
Se tiver animais, solte-os porque eles saberão o que fazer para se salvarem.
Esteja pronto para abandonar a sua habitação.
Ligue um rádio a pilhas e esteja atento a todas as indicações difundidas.
Proceda apenas à evacuação da sua casa quando as autoridades o recomendarem ou quando a sua vida correr perigo.
Obedeça sempre, e rapidamente, às autoridades.
Em caso de evacuação:
Tenha em conta que as autoridades não recomendam que abandone a sua casa se a sua vida não correr perigo.
Quando estiver a proceder à evacuação da sua casa ajude os que mais precisam como as crianças, os idosos e os deficientes.
Não leve consigo objetos pessoais desnecessários.
Depois de abandonar a sua casa, não volte atrás até ordem em contrário.
Se ficar cercado por um incêndio:
Tente sair na direção contrária à do vento.
Caso tenha de se refugiar, procure uma zona com acesso a água e com pouca vegetação.
Enrole-se em roupas molhadas, não esquecendo de cobrir a cabeça.
Fique agachado para respirar junto ao chão, evitando inalar fumo. Se possível, coloque um lenço molhado a cobrir o nariz e a boca.
Se não conseguir abandonar a área onde está, aguarde o auxílio dos bombeiros.
 

Texto de Isabel Almeida
Bombeiros Portugueses"



Mapa de fogos ativos: seguir www.fogos.pt

Linha de apoio 24h da Proteção Civil: 800 246 246




Todos os que quiserem ajudar, estão a fazer recolha de bens essenciais HOJE no Parque Eduardo VII das 18h às 22h para levar para Oliveira do Hospital amanhã e ajudar quem mais precisa.



Bens a recolher:
- Soro Fisiológico
- Compressas esterilizadas e não esterilizadas
- Água oxigenada
- Ligaduras
- Compressas e lençóis para queimados
- Máscaras de proteção individual (fumos)
- Luvas de látex
- Pomadas para queimaduras
- Água/água com gás
- Sumos individuais
- Barras energéticas
- Alimentos não perecíveis
- Leite



Soube agora que no TagusPark - Oeiras [na empresa OutCome] também estão a fazer recolha de bens para a zona de Arganil.


Em VISEU - Hospital de São Teotónio - há necessidade de doação de sangue para os queimados!!!

Vão até aos Bombeiros da vossa região, vejam o que faz mais falta ou se vai sair um carregamento de coisas em breve para as zonas afectadas, levem água, barras de cereais, compressas...

Por favor, digam aqui o que mais se pode fazer e como se pode ajudar, quais as necessidades dos bombeiros e das pessoas evacuadas.

OBRIGADA!

Dia 11 de novembro: pinturas faciais, mascotes e pipocas! Festejá!

É aquela trilogia que nunca falha numa festa infantil e que também não vai faltar dia 11 de novembro: pinturas faciais, mascotes e pipocas. Os miúdos adoram! E se a isso, de forma totalmente gratuita, quiserem acrescentar uns workshops porreiros na área das festas e dos eventos e quiserem conhecer o que de melhor se faz nesta área, com algumas das melhores empresas lá representadas, é irem até à Estufa Real, no dia 11 de novembro, ao Festejá
a primeira grande feira de negócios voltada para o mercado de festas infantis

E, quem sabe, não poderá ser aquele empurrão que faltava para quem gosta da área e tem receio de avançar? Perceber de perto o que já há, o que se pode fazer de diferente, conviver de perto com fornecedores... óptima iniciativa.

Vejam que stands e que workshops vão acontecer por lá, aqui: Festejá.



Parabéns, Maa - Que seja doce -  pela iniciativa! 
Boa sorte!

Esta carrinha pão-de-forma giríssima da Imagine Love Photo também vai lá estar!

 
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sábado, 14 de outubro de 2017

As Mães também podem amuar? Hoje amuei.

As mães também podem amuar. Também podem chorar baixinho. E alto. E ficarem zangadas. E ralharem. E desejarem que algumas coisas fossem diferentes. E queixarem-se. 

As mães podem tudo isso. Não têm de ser sempre adultas, sempre ponderadas, sempre equilibradas, sempre fortes. 

Hoje estou zangada, amuada, frustrada. Uma coisa pequenina, talvez sem importância, de que amanhã provavelmente me irei rir. Talvez. Mas hoje teve e deixou-me com um nó na garganta. Desejei que fosse mais fácil, que fosse diferente.

Hoje ia ao cinema com o David. A condição era deixar a Luísa já a dormir. Não consegui, não a consegui adormecer a tempo de ir ao cinema. E eu queria tanto ir ao cinema com o David. Chamem-me infantil, chamem-me fútil. Venham dizer-me que se tivesse problemas a sério é que queriam ver. Estejam à vontade para não sentir empatia. Hoje não aceito sentir culpa.

Hoje amuei. Desejei ter uma filha diferente, que me desse uma folga, que não fosse tão exigente para dormir. Que não dependesse tanto de mim [como se isso não fosse o esperado de uma bebé, eu sei, eu sei tudo isso, conheço a teoria toda.] Na prática, gostava que, de vez em quando, fosse diferente. Que hoje tivesse sido diferente. Que me surpreendesse. 

É pedir muito? Pedir que não demore uma eternidade a adormecer, que não acorde de novo passada uma hora, que não acorde de hora a hora durante a noite? É ser muito exigente? É queixar-me de barriga cheia porque há quem esteja pior? Não quero saber. Hoje não aceito a culpa de me estar a queixar. Hoje quero desabafar, quero amuar, quero sofrer acompanhada. 

[Já tenho consulta marcada para tentarmos melhorar a nossa vida. Recuso-me a aceitar isto como algo "natural" porque já não me está a fazer bem].

Amuem, amuem à vontade. Desabafem. É libertador.

[Obrigada por me ouvirem].





 Fotografia - The Love Project
Cabelo e maquilhagem - Cut by Kate

 
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sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Quando és Mãe...

... ficas inebriada com o cheiro dos teus filhos

... aprendes a ser melhor com eles

... não tens vergonha de dançar no meio da rua

... não te levas demasiado a sério e brincas ao que calhar

... ficas ali a noite toda ao lado e mal pregas olho quando estão com febre

... não te chateias se se sujam porque sabes que faz parte (e é importante)

... derretes-te com coisas mínimas que eles façam ou digam, que são tudo

... dás um passeio sem eles e ficas cheia de saudades

... dás um passeio sem eles e queres repetir

... não dás nenhum passeio sem eles porque queres tê-lo(s) sempre contigo

... baixas-te para ouvir e tentas ir à velocidade deles

... não mexes no telemóvel e ficas só a ver as gracinhas que te querem mostrar

... vais às compras para ti e sais de lá com (mais/só) coisas para eles

... dás por ti a fazer o prato preferido dele(s) só para os ver surpreendidos

... dás por ti a fazer coisas que não fazias antes, mas que afinal descobres que até gostas

... não dormes grande coisa mas sobrevives (e nunca pensaste que isso fosse possível, tu que dormias até ao meio dia de sábado e ainda era pouco)

... tocas em cocó sem que isso te provoque um vómito, nem te faça grande confusão

... tentas memorizar todas as expressões e refegos e sons dos teus bebés

... nunca amaste ninguém como os amas e, por mais que o dissessem, nunca sonhaste que fosse tão incrível

... queres construir uma relação de confiança e de empatia com os teus filhos, que eles te vejam como um porto de abrigo, te respeitem e que não tenham medo de ti

... revês os filmes da Disney com nostalgia e cheia de alegria

... choras muito mais vezes e tens muitos mais medos

... ficas mais forte

... apesar de não teres férias-férias, não trocavas a confusão por nada deste mundo

... tens conversas com outras mães no parque sobre os filhos (e juraste que não o farias!)

... sofres quando eles caem, quando um menino no parque não quer brincar com eles, quando os vês sofrer

... dás um valor imenso aos teus pais e passas a admirá-los ainda mais

... desejas que sejam as pessoas mais felizes deste mundo.


Também vos aconteceu desde que foram mães?




 Fotografia - The Love Project
(se querem ter "aquelas" fotografias em família, 
é chamar a Joana Sepulveda Bandeira!)



 
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quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Está na hora

Está na hora.
Está na hora de parar por alguns minutos.
De voltar a mim.
De respirar e perceber o que é melhor.
Para mim, para ele, para elas.
Pesar tudo muito bem pesado.
Não podemos querer tudo.
A vida é feita de escolhas.
Nem sempre acertamos.
Nem sempre sabemos se será a melhor.
Mas vamos.
A medo.
Outras vezes com confiança.
Às vezes com brilho nos olhos, esperançosos.
Outras vezes petrificados.
Baralha e volta a dar.
Manda todas ao ar.
Umas ficam viradas para cima.
Outras viradas para baixo, sem as podermos adivinhar.
Qual o caminho?
Volto atrás?
Vou em frente?
Escuta-te.
Pesa tudo de novo.
Quando te fizeste estas perguntas, em tempos, eras outra.
Elas eram outras.
O que já fez sentido pode não fazer agora.
A vida é isto, também.
Este jogo.
Às vezes imprevisível.
Outras vezes a seguir o seu curso, calma, serena.
Encontra o norte.
Respira.
Arregaça as mangas.
E tenta.
De novo.
Tenta.




 Fotografias - The Love Project
Cabelo e maquilhagem - Cut by Kate
Relógio (smartwatch) - Fossil (este)



 
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quarta-feira, 11 de outubro de 2017

É muito cedo para escolher os vestidos para o Natal? (não sejam sinceras ahah)

Vá, eu calculo que seja muito cedo para pensar em Natal para o comum dos mortais, mas eu fiquei toda contentinha quando estava um briol ontem de manhã e pude calçar umas botas. Sim, sou meia descompensada, adoro o verão e estou a adorar estes fins de tarde maravilhosos no parque e descalças na rua a regar as plantas, mas também gosto de quando começa a refrescar e já precisamos de uma mantinha nos pés. Já comecei a pensar no Natal, o que é que querem? É a minha altura preferida do ano, só ultrapassada pelas férias de verão, mas não com muita vantagem. Só ainda não fui ajudar a minha avó a fazer as azevias porque, com tanta antecedência, chegaria à ceia com mais 20 kgs. Eu, não ela.

Já andei a espreitar as colecções e fiz uma selecção dos vestidos que achei mais giros para o Natal na Kolor Kids, um site que agrupa logo umas quantas marcas, mais "pipis" ou mais descontraídas, para todos os gostos.

Este ano estou mais virada para os azuis (no ano passado escolhi bordeaux) e, dos que vi, apaixonei-me logo pelo primeiro da primeira fila e pelo primeiro da terceira fila. Se bem que os de veludo também são lindíssimos, com aquele padrão toile de jouy ou lá como se chama (em 3 anos de golas e folharecos, uma pessoa vai aprendendo umas coisas). Mas sou capaz de pender mais para o azul escuro com o vermelho... com umas merceditas da Hierbabuena e uns laçarotes da Lemon Hair Lovers e fica o conjunto feito. Meias azuis ou vermelhas? Azuis? Uhmmm... Dilemas de primeiro mundo. :)


De qual/quais gostam mais?


Vestidos -  Kolor Kids 

 
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terça-feira, 10 de outubro de 2017

Alerta Scalabitanos: novo espaço para comer!

Almocinho com a melhor mãe do mundo no novo spot de Santarém: o Quiosque do Mercado. Já lá fui 4 vezes: gostei de tudo o que comi e a preços muito acessíveis. O melhor até agora: tártaro de salmão ou de corvina. Já estou a salivar só de me lembrar. Também já fomos ao brunch (sábado de manhã) e estava tudo bom! 
Fica em frente ao mercado, logo à entrada na cidade, perto do Jardim da República (o do coreto vermelho), pelo que dá para estar ali a comer e ver os miúdos a brincarem no jardim [se não forem muito "suicidas", porque há carros a poucos metros]. 
Isto não é um blogue de moda nem de tendências ou lifestyle, mas não interessa. O que é bom deve ser elogiado e Santarém está a mexer-se imenso. <3

Partilhem com os vossos amigos santarenos ou, caso sejam de fora e venham visitar esta cidade, passem por lá!













 Fotografias - The Love Project
Cabelo e maquilhagem - Cut by Kate
 Camisola e calças - Ivens
Relógio (smartwatch) - Fossil (este)
Óculos - Tiwi



 
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segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Beijam-se e batem uma na outra: são irmãs.

Era expectável. Tenho conhecidas cujos filhos não se batem, mas cá em casa acontece, de forma bastante regular até, mesmo elas não tendo como imitar esse comportamento dos pais (não lhes batemos). 

Alguém anda com a mão demasiado leve foi um dos posts que escrevi sobre o facto da Isabel, já há ano e meio, e que ajuda a que não se sintam sozinhas, caso os vossos filhos estejam a passar por esta fase.

Na altura fez-me bem ler este texto do blogue Parentalidade com Apego para perceber até as razões fisiológicas para o ato de bater. Adorei a questão da "tampa" no cérebro, o modelo cérebro-mão e de relembrar (como eu adorava as aulas de psicologia do 12º ano!) o córtex e o sistema límbico. A questão do desenvolvimento dos sentimentos mistos é super, super interessante. 
"Só a partir dos cinco anos de idade é que córtex cerebral começa a desenvolver-se o suficiente para que a criança comece a ser capaz de sentir estas duas coisas opostas e aparentemente contraditórias ao mesmo tempo: detesto-te neste momento mas sei que gosto muito de ti e não te quero magoar. Então tudo que precisamos de fazer é dar-lhes tempo para chegarem até aqui", pode ler-se.

Portanto, as duas pegam-se - principalmente em momentos em que têm de partilhar - e eu tento explicar-lhes que não se faz e que as mãos são boas para desenhar, para fazer festinhas, para bater palmas, etc, etc. É fácil? Nada fácil. Mas faz parte. O importante é não reagir por impulso e dar uma lamparina a cada uma. Às vezes apetece? Apetece, não vou negar! Só que é uma forma preguiçosa de responder e eu acredito na disciplina positiva! Ensinar que não se bate a bater? Ensinar que o mais forte pode bater no mais fraco? Não, zero sentido, não posso concordar. 

O que fazer? Esperar que ambas superem esta fase, com respeito por elas.

A seguir a este episódio deram festinhas uma à outra e andaram de carro de mãos dadas. Beijam-se e batem uma na outra? São irmãs.











Saias, camisola e body de golinha - Catavento

Colcha - Snug me


 

 
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